Claudemir Zanco cobra solução para o banheiro do Café da Praça

O vereador Claudemir Zanco relatou que foi procurado por uma moradora na Praça Presidente Vargas, que voltou a reclamar das condições do banheiro público localizado junto ao Café da Praça. Segundo ele, a revitalização do espaço vem sendo aguardada desde novembro do ano passado. O parlamentar explicou que acompanhou o então secretário no processo para obtenção da autorização necessária à revitalização do equipamento público. Como o Café da Praça foi um projeto doado ao município por um arquiteto, era indispensável a autorização do autor para que fossem realizadas alterações na estrutura.

De acordo com Zanco, essa autorização já foi concedida, o projeto de revitalização foi concluído e prevê inclusive a ampliação do espaço. No entanto, apesar de todas as etapas técnicas estarem finalizadas, o processo permanece parado dentro da administração municipal. Segundo o vereador, após a conclusão da parte de responsabilidade da secretaria envolvida, o procedimento ficou retido em outro setor da Prefeitura, que deveria realizar o levantamento dos custos para abertura do processo licitatório e do chamamento público. Zanco criticou a falta de continuidade dos processos administrativos e afirmou que os secretários precisam acompanhar todas as etapas até a conclusão dos projetos. “Não pode apenas falar: ‘eu já fiz a minha parte e a secretaria tal que se vire’.”

O vereador também descreveu as condições precárias do banheiro público. Segundo as reclamações recebidas, o local está sem portas, sem tampa no vaso sanitário e sem papel higiênico, situação que dificulta principalmente o uso por idosos. Além da falta de estrutura, Zanco afirmou que há relatos de pessoas utilizando drogas e praticando outras atividades inadequadas no interior do banheiro.

Como medida emergencial, defendeu que o município mantenha um responsável no local até que seja concluído o processo de terceirização do Café da Praça. Também sugeriu que o espaço possa ser disponibilizado ao SOS Vida, entidade que, segundo ele, manifestou interesse em utilizá-lo. Caso isso não ocorra, pediu agilidade para que uma empresa do setor gastronômico assuma a administração do café. “O que não pode é deixar do jeito que está. Está um abandono realmente”, concluiu.

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