Evento contou com representantes do Poder Público, Sebrae/PR, Aciar e Cacispar

Plano de retomada da economia tem início em Realeza

Iniciativa do Município tem a parceria do Sebrae/PR, visando a recuperação dos pequenos negócios mais afetados pela pandemia

O município de Realeza deu início ao Plano de Retomada da Economia. O lançamento aconteceu nesta segunda-feira (14) e a iniciativa conta com a parceria do Sebrae/PR, que será responsável pela metodologia. O plano tem como premissas o protagonismo do Poder Público e o envolvimento das lideranças da comunidade. A Associação Empresarial de Realeza (Aciar) é apoiadora.

A primeira etapa será a constituição de uma força-tarefa, formada por representantes da Administração Municipal e da iniciativa privada. O grupo de voluntários fará um diagnóstico e definirá prioridades, visando os setores mais afetados com a pandemia. Na sequência, será elaborado o plano de retomada. A execução das ações e o monitoramento dos resultados completam o cronograma. Paulo Cezar Casaril, prefeito de Realeza, salienta a importância das parcerias para fortalecer a economia local.

“O Sebrae tem um capital pensante muito grande. Junto com a Aciar, queremos fomentar quem mais precisa. Sem planejamento, as coisas não acontecem. Queremos colocar o plano em prática, imediatamente”, afirma o prefeito.

O gerente da Regional Sul do Sebrae/PR, Cesar Giovani Colini, destaca que a comunidade tem a oportunidade de colaborar, efetivamente, com a retomada da economia.

“O envolvimento e a integração do Poder Público, da sociedade e dos setores econômicos, sob orientação técnica do Sebrae, são extremamente necessários neste momento. Com os esforços combinados, será possível transformar a realidade local”, prevê Cesar Colini.

O plano

Estão previstas várias ações para a retomada da economia de Realeza, como: atendimento empresarial (consultorias às empresas); formação de lideranças; identificação de potencialidades; informação das ações à sociedade; implantação de políticas públicas para o surgimento de novos negócios; incentivo a microempreendedores individuais (MEI), micro e pequenas empresas já existentes; e facilitação do acesso ao crédito.

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